“Estão anos luz à frente do Flamengo”, diz ex-deputado, sobre gestões de Atlético-MG e Cruzeiro

FOTO: DIVULGAÇÃO

O Flamengo é apontado por grande parte dos economistas e também da imprensa como o clube mais bem administrado do Brasil. Isso porque, o Rubro-Negro saiu de uma dívida de cerca de R$ 750 milhões para diminuição da mesma e projeção de receita de R$ 750 milhões em 2019. Porém, o ex-deputado estadual de Minas Gerais, Iran Barbosa, discorda da boa gestão administrativa do clube carioca.

O ex-deputado, que recebeu 37.936 votos na última eleição, mas não foi eleito, ainda comparou a gestão de Flamengo, com as duas principais equipes mineiras. Para ele, a administração feita por Atlético-MG e Cruzeiro é imensuravelmente melhor que a do Rubro-Negro. Iran Barbosa ainda usou como justificativa o fato dos valores recebidos por direito de transmissão serem “desiguais“.

A gestão de Atlético e Cruzeiro estão anos luz à frente do Flamengo. Só que enquanto esses arrecadam R$280 milhões por ano com tudo, o último recebe R$300 milhões só de cota de TV. Cota injusta, visto que já está provado que a diferença em transmissão e audiência não é tão grande“, publicou o deputado em resposta a um internauta na rede social Twitter.

Em outubro de 2018, o Cruzeiro aprovou o balanço financeiro de 2017, que apontou crescimento do endividamento, além de dívidas em cerca de R$ 433 milhões em tributos e processos com clubes e atletas. Já sobre o Atlético-MG, o balanço do mesmo ano, aprovado em meado da última temporada, apontou para uma dependência das cotas de televisão. Dos R$ 311 milhões arrecadados, 55% vieram de direitos de transmissão (R$ 171,7 milhões), além de ter uma das maiores dívidas do país, R$ 576 milhões.

Já o Flamengo, nos últimos anos, foi na contramão disso tudo e diminuiu suas dívidas, aumentou suas receitas, refletindo isso na força do clube em investimentos em cima de jogadores. Diferentemente do Cruzeiro e Atlético-MG, que dependem das receitas oriundas da cota de televisão (representa acima de 50% do total recebido por ambos os clubes), o Fla vê diminuir a “dependência” deste valor. Em 2017, por exemplo, a fatia do direito de transmissão foi de apenas 33%, quantia vista como ideal pelos profissionais da área.

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