Fabricio Chicca: “Barbieri tem que cair”

Apesar de reconhecer os acertos do Barbieri, hoje eu acredito que a melhor opção para o Flamengo é o rebaixamento de Maurício Barbieri, para novamente ser auxiliar técnico. Felizmente, o time da marginal sem número estabeleceu o precedente. Por outro lado, também reconheço a escassez no mercado de técnicos.

Qualquer das opções disponíveis no mercado não são ou serão uma opção viável para um projeto de longo prazo. Mas, sob a gestão do Eduardo Bandeira de Mello, já no ocaso, não tenho a menor esperança de qualquer projeto de longo prazo, quero apenas salvar o ano. Esse colunista está confortável na crítica ao Barbieri, pois foi sempre contundente nos comentários, porém, como todos, foi brevemente seduzido por resultados favoráveis, mas de fato pouquíssimos grandes jogos e mesmo em alguns deles, sob o peso do protesto dos torcedores mais apaixonados, criticou o treinador e a performance (Atlético Mineiro e Palmeiras)


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Depois da parada da Copa e da regressão na performance do Flamengo, somado a desclassificação na Libertadores, o quadro é o seguinte: quem defende a manutenção do Barbieri ainda acredita que o time vai retornar aos bons tempos do começo do Campeonato Brasileiro e como resultado vencê-lo. Vencer o Brasileiro é o único resultado aceitável para o Barbieri, qualquer outro resultado será fracasso. Pergunto: Por que o time não joga mais como antes, e por que todas as tentativas do Barbieri foram fracassadas? A mudança tem 33% de melhorar o time, manter como esta ou piorar não faz a menor diferença. Eu aposto nos 33%, pois não acredito que o time vá melhorar, mesmo se vencer a Chapecoense, que venhamos e convenhamos, é obrigação moral.

Vejamos:

  • Se a culpa é dos jogadores – então o Barbieri não tem pulso, ou peito, ou outra parte da anatomia masculina para barrar jogadores – Ou seja, precisamos de outro treinador
  • Se a culpa da falta da capacidade ou experiência do próprio Barbí – precisamos de um outro técnico
  • Se a culpa é da diretoria que mima os jogadores – um outro treinador pode arrumar a defesa e dar o gás no time para as próximas rodadas… (desde Zé Ricardo até Oswaldo de Oliveira, todos conseguiram meia dúzia de “três ou quatro” bons jogos.

O que fazer? Em primeiro lugar: O Flamengo, sempre. Então, eu conversaria com o Barbieri, explicaria a situação, informaria que ele tem valor e que deve ser mantido no clube, e vai ser preparado para ser técnico do Flamengo um dia. Ele teria um time de pessoas prospectando técnicos, empregados e não empregados que topem o desafio. Lembrem-se não há garantias que o Renato Gaúcho virá para o Flamengo, nenhuma, em caso de conquista de mais uma Libertadores, duvido que venha.

Resumindo a ópera: o Barbieri tem valor, mas não está pronto. Ele tem um defeito sério na leitura dos jogos e nas substituições que, ainda por cima, demoram para acontecer. Diante do quadro do Flamengo, onde literalmente o termo “caindo pelas tabelas” se aplica, coloco as minhas fichas em um novo treinador até o final do ano, e torcendo para que no novo ciclo administrativo do clube, um projeto mais sério para o futebol do Flamengo seja iniciado, aí sim, com O TREINADOR.

Alguma sugestão de nomes para agora?  Para o ano que vem, se o seu treinador preferido não for o Renato Gaúcho, por favor, deixe a sua sugestão nos comentários, ou pelo Twitter.

Twitter: @fafochicca

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