Anderson Alves: “As três finais do Flamengo”

O mês de agosto enfim terminou, e com ele o nosso bom desempenho não retornou. Como já acostumamos, vamos dar uma passada no que produzimos e algumas coisas que deram errado, algumas muito errado.

Olá, coleguinhas de Coluna do Flamengo. Hoje é a vez da coluna do calendário, mas vamos dar uma ajustada para ver como podemos trabalhar com ela até o fim do ano. Não esqueçam de deixar as suas impressões sobre as mudanças para sabermos se funcionou melhor ou pior assim.


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Começamos pelo desempenho. Este mês fizemos 9 partidas, das quais vencemos quatro, empatamos duas e perdemos absurdas três partidas. Aproveitamento de 52%. Pior aproveitamento do ano! Fizemos 7, isso mesmo, 7 gols e sofremos incríveis 10 e olha que Diego Alves defendeu um pênalti. Um minuto de silêncio por este aproveitamento vexatório…

Sim, quem me acompanha sabe que tenho asco da banalização do que é vexame, mas o nosso aproveitamento é mesmo ridículo. Tenho dito! Para quem não lembra, com apenas quatro jogos em Julho, fizemos o mesmo número de gols. Alguma coisa está muito errada e precisa ser consertada para ontem. Everton (2), Diego, Paquetá, Léo, Dourado e Lincoln foram os nomes dos gols. Everton já é o nosso destaque há muito tempo! Fica claro ao observar as 3 assistências do mineiro, duas de Renê e uma de Diego que fecham o ciclo.

Não consigo entender o motivo da queda além da saída de Vinícius, o que fez o treinador mudar a dinâmica de jogo. Está tentando se reinventar, embora ainda não goste das substituições.

Os cartões amarelos somam 22 e ainda teve o vermelho de Cuellar. Vimos neste mês vários jogadores saírem do time devido ao terceiro amarelo e ainda temos alguns pendurados…

Sempre é bom lembrar que quando coloco o tempo que a base jogou nessas colunas, não me refiro a quem já é realidade como Paquetá e Léo Duarte, então Jean Lucas (122), César (90), Thuler (180) e Lincoln (100) foram até bem utilizados neste período. Sávio sumiu. Tem que atentar à forma como entram nos jogos. César e Thuler foram jogados no time desfigurado que enfrentou o Atlético Paranaense. Não pode ser assim! É bom preservar Jean, na verdade é bom proteger os meninos na fase ruim que o time atravessa.

O mês já começou com uma derrota em casa para o Vice lanterna. Não pode ser uma surpresa o fato de o Flamengo sofrer para furar retrancas. Todos jogam assim contra nós. Só o Grêmio jogou de igual. Vamos a novidade desta coluna.

Não sei se funcionará, mas em vez de analisar todos os jogos do mês de Setembro, vamos experimentar uma abordagem mais próxima, uma pequena olhada nos próximos três jogos. Todos sabemos mais ou menos como funciona esta abordagem não é? Certa vez a direção premiou os jogadores por objetivos alcançados. A cada conjunto de três partidas se objetivava 7 pontos. E, sim. O mundo funciona a dinheiro. Talvez fosse até bom voltar com essa premiação. Concordo que os jogadores já são bem remunerados para exercerem suas funções laborais com afinco. Mas bateu o desespero e quero ser campeão. Simples.

Os próximos três jogos são Inter (F), Chape (C) e Corinthians (C). Sabemos que o jogo contra o Corinthians é pela copa do Brasil, mas como ainda estamos testando, vejamos como funciona.

Contra o Inter um jogo duro no sul sem Diego e Paquetá, somados a Réver por obrigação contratual, o que pode até ser bom, Cuellar e Trauco. A CBF mina os clubes afiliados. Não é possível fazer um campeonato atrativo assim. Neste primeiro jogo não podemos perder. Um empate no sul com o time desfalcado valerá muito. Mesmo que miremos sempre a vitória.

Time que quer qualquer coisa não pode perder pontos para os times da zona de rebaixamento, mesmo que seja a Chapecoense. O jogo será em casa e contará com o retorno de Diego, o que já melhorará o meio de campo em relação ao Inter. Sábado à noite não há desculpa do calor que faz no Rio de Janeiro, então bola na casinha e três pontos na conta.

Difícil pensar no que podemos fazer contra o Corinthians. O time paulista está em má fase, mas conta com a simpatia da arbitragem. O VAR pode resolver penalidades, mas faltas ao lado e à frente da área também geram gols. A presença de Paquetá pode ser importantíssima, mesmo que discordem devido a queda do jogador. Placar mínimo já valerá muito, mas não perder valerá muito mais, como aprendemos no duelo contra o Cruzeiro.

Por fim gostaria de estar de olho no Inter que joga contra nós e depois contra o grêmio. Caso arranquemos o empate, podemos ultrapassá-los ao fim da rodada 24. O São Paulo o Atlético Mineiro e o Bahia. Torçamos por um revés contra o Galo e um empate inesperado com o Bahia. Quem sabe…

Prometo que as próximas ficarão menores, visto que não terei que analisar todos estes jogos.

Anderson Alves, O otimista.

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