Guerrero tenta negociar permanência no Fla direto com presidente, mas não há acordo

O contrato de Paolo Guerrero com o Flamengo acaba sexta-feira (10). O destino do peruano pode ser o Internacional de Porto Alegre que dá indicios de aceitar as condições impostas pelo jogador para assinar o vínculo. No meio disso tudo, de acordo com o Globoesporte.com, o atacante, que tem uma boa relação com o presidente Eduardo Bandeira de Mello, falou diretamente com o cartola sobre sua permanência no Fla. Ainda segundo o portal, Bandeira teria consultado o departamento de futebol e Bruno Spindel, CEO do clube, e estes acharam melhor não aceitar a contraproposta de Paolo.

O Rubro-Negro propôs salários mais baixos e um ano e meio de contrato. O camisa 9 disse que ficaria na Gávea por dois anos e meio, mas não foi atendido. A relação entre o Mengão e o artilheiro ficou estremecida desde que Guerrero alegou que queria receber os salários referentes ao tempo que ficou suspenso por doping pela Fifa.

Paolo é o jogador com o salário mais alto do plantel Rubro-Negro. Estima-se que ele receba cerca de R$ 950 mil mensais – R$ 650 mil de salário e cerca de R$ 300 mil de luvas diluídas em contrato -, e apesar de dirigentes do Fla já terem manifestado o desejo de estender o compromisso com o atleta, as condições – tempo de contrato, aumento de salário e pagamento dos salários de quando o atleta esteve suspenso por doping – não agradam o clube da Gávea.

Paolo Guerrero foi contratado em meados de 2015 e, depois de um começo promissor, não emplacou no time. Em seu primeiro ano no Mais Querido, participou de 18 jogos e guardou quatro gols. Em 2016, jogou 43 vezes e balançou as redes em 18 oportunidades. Em 2017, foram 44 partidas e 20 tentos assinalados. Neste ano, foram sete jogos e uma bola na rede. Ao todo, são 112 cotejos disputados e 43 gols marcados, com média aproximada de 0,3 gol por pelejas disputadas.

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