Fluminense x Flamengo – Estatísticas da partida

Por mais que o Flamengo tentasse, a bola não entrada. O Fluminense tinha a vantagem do empate e soube fazer a ceira suficiente para o tempo passar. O primeiro tempo foi totalmente travado entre os jogadores e os gols perdidos fizeram falta. O Mais Querido perdeu a vaga na final da Taça Rio após empatar em 1 a 1, entretanto, o rubro-negro já está garantido na semifinal do Campeonato Carioca.

Confira as estatísticas da partida, obtidas no Footstats:
FLUMINENSE x FLAMENGO

Posse de bola: 42% x 58%
Finalizações certas: 2 x 4
Finalizações erradas: 10 x 17
Passes certos: 187 x 343
Passes errados: 28 x 36
Cruzamentos certos: 6 x 9
Cruzamentos errados: 15 x 28
Desarmes certos: 14 x 13
Desarmes errados: 4 x 2
Lançamentos certos: 11 x 9
Lançamentos errados: 26 x 23
Faltas cometidas: 24 x 18
Escanteios: 5 x 9
Cartões amarelos: 1 x 3
Cartões vermelhos: 0 x 0
Pênaltis cometidos: 0 x 0

  • Keké

    Quando recebem muitíssimo bem e em dias e não entregam nada compatível dentro de campo com os valores recebidos estão lesando o clube ou em palavras vulgar estão roubando o mengão tenham vergonha em suas caras como conseguem olhar para seus filhos e familiares recebendo por um serviço não feito esse Rodrigo Caetano também não acerta em nada trás esse técnico ultrapassado e bundao

    • Ednilton C Araujo

      Vascaíndo boiola dettect

    • Ubirahy

      Amigo, estou tão chateado quanto vc, pela eliminação. Contudo, estaremos na seminal do campeonato e poderemos ganhar mais um Carioca. Também o time titular continua invicto contra o Flu e isto eles não podem negar.
      Perdemos dois jogos, jogando com um time de reservas, quase um time de garotos. Fomos ao Equador e ganhamos de um time difícil, que nem Ronaldinho e Love juntos, conseguiram vencer.
      Temos que ter a cabeça no lugar e não ficar achando que um empate contra uma equipe muito bem montada pelo Abelão, e que deve dar bastante trabalho no Brasileiro, foi um desastre.
      O CRF, há 4 anos atrás, tinha uma dívida obscena. Era a maior dívida de clube de futebol, DO PLANETA! Ninguém queria jogar no Mengão! A falência era uma questão de tempo. Aliás, muito pouco tempo, pois não havia ninguém interessado em salvar o Mengão. Queriam sim, salvar seus bolsos.
      Hoje, ainda temos dívida e compromissos legais, que impedem o Mengão de dar passos mais largos. A administração do clube, incluindo o Rodrigo Caetano, sabe disso e segue rigorosamente o plano para levar, de forma sustentável, o Mengão ao nível das grandes potências do futebol. Priorizaram a base e isto está dando excelentes frutos. A renovação de contrato da garotada come uma grana altíssima, e o CT para trabalhar toda a base, também é cara. A administração está fazendo o que tem que ser feito. Vamos virar fábrica de craques e craques caros. Quanto vc acha que valem Paquetá, Lincoln, Jean Lucas, e os demais campeões da Copinha, juntos? Some a isso, a valorização das categorias inferiores, que também estão conquistando muita coisa a nível nacional. Agora, faça um paralelo com outras equipes que gastam muito na contratação de medalhões e não tem trabalho de alto nível, na base. Vai constatar que o CRF está à frente. Muito a frente.
      Isto não se faz de uma hora para outra e não se acerta sempre. Leva tempo. Até hoje, o clube mais organizado do país, o São Paulo, acerta e erra quase na mesma proporção.
      Olhe para os clubes mineiros que contratam muito e sempre, mas devem bastante e estão sempre envolvidos com problemas de inadimplência (vide caso do Fred). Passadas as temporadas, os times têm que ser desfeitos e a história é renovada, com mais dívidas. É uma bola de neve que, em algum momento, vai estourar.
      Quanto à falta de empenho, isto é um caso de sentimento e não de evidência. Cite uma, apenas uma jogada em que fique evidente que um jogador do Mengão jogou sem raça. Talvez esteja se referindo à eficácia dos jogadores. Isso, é diferente. “Ah! mas eu queria que o Éverton Ribeiro disputasse a bola como o Sornoza disputa”. São características diferentes e os experts em futebol dos clubes, sabem diferenciar. Por isso é que contratam Jonas, para volante que briga, e contrata ER para dar os toques magistrais que dá, mesmo que ainda não tenha a sequência de outros jogadores. O Mengão do jogo de hoje, até foi bastante viril, recebendo muitos cartões. Entretanto, não é isso que faz uma equipe mostrar raça. A equipe tem que mostrar força de equipe e isto, leva tempo, amigo. O time maravilhoso que tivemos na década de 80 foi construído na década de 70, e digo mais. O nosso Zico, entrou no time de 1971, voltou para a base e retornou pronto em 1974. Aí sim, o cara estava pronto. Mesmo assim, somente com a contratação de Carpegiani (1977) é que começamos a ver uma equipe competitiva. Antes dele chegar, já tínhamos Zico, Rondinelli, Tita, Adílio, Andrade e outros supercraques, mas não havia equipe.
      Não foi porque contratamos craques acima da média e destaques de Brasileiros é que vamos ganhar tudo.
      SRN!

      • Dom Quixote

        Muito lúcidas suas colocações. Assino embaixo!

  • Ubirahy

    O primeiro tempo do Flu foi excelente. Dominou e não deixou o Mengão jogar. Parabéns ao Abelão, que sabe montar equipe como poucos. Deveria vir para o Mengão e, ao pendurar as chuteiras, ocupar o cargo do Rodrigo Caetano.
    Entretanto, o Mengão melhorou muito no segundo tempo, e poderia até ter vencido.
    Gostaria de ressaltar um lance, que foi fundamental para a semifinal da Taça Rio.
    Houve uma falta a favor do Mengão e, quando o jogador rubro-negro foi cobrar, um jogador do Fluminense entrou na frente, não obedecendo os 9,15 metros, e roubou a bola. Daí, houve o ataque do Flu e, em seguida, o córner que o Gum aproveitou para cabecear SOZINHO, para fzer Flu 1 a zero. O lance da falta a favor do Mengão, foi bem na frente do juiz, que ainda fez gesto para a continuidade da jogada.
    Sem choro. Apenas uma constatação.
    Se duvidar, reveja o jogo.
    SRN!

  • Wagner Alves

    De 37 cruzamentos o time errou 28, é isso mesmo produção?

    Sempre falo aqui que o problema não é só treinamento, são as peças.