Cinco pontos (nem tão) positivos da vitória sobre o Boavista

A vitória por 3 a 0 contra o Boavista, no jogo da última quarta (07), válido por mais uma rodada do cada vez mais melancólico campeonato carioca, trouxe dois tempos distintos. Diante disto, pode-se destacar cinco fatores que levaram o Flamengo a esse resultado que embora elástico, ainda deixa a torcida com dúvidas sobre a real força da equipe para disputar a sequência da Libertadores.

Vamos aos tópicos!

1) Laterais – Tímidos no primeiro tempo, os laterais rubro-negros se soltaram mais na etapa final, e com isso surgiram boas jogadas aproveitando os lados do campo. A diretoria de futebol do Flamengo depois de desistir de Zeca, optou por não trazer nenhum outro lateral e isso deixou uma carência no elenco, só que é bom lembrar que o Grêmio, campeão da Libertadores ano passado, possuía Edílson e Cortez nas laterais, dois jogadores que nunca foram unanimidades por onde passaram, mas que se mostraram úteis em um esquema de jogo definido e bem treinado. Renê e Rodinei apesar de todas as limitações que possuem, parecem se adaptar melhor ao esquema de Carpegiani e estão em um momento melhor em relação a Pará e Trauco.

2) Goleiro do Boavista – É histórico que os goleiros adversários sempre crescem contra o Flamengo e fazem atuações dignas de seleção. Ainda mais se o jogo for televisionado na TV aberta. Contudo o goleiro Rafael do Boavista aceitou os primeiros gols do Flamengo que poderiam ser defensáveis.

3) Paquetá – Contra o Boavista, o melhor jogador do Flamengo nesse início de temporada não teve o mesmo brilho das outras partidas, mas ainda assim era o melhor jogador do time, sempre se apresentando pro jogo, e tentando jogadas diferentes. No final da partida mostrou mais uma vez que tem qualidade na bola parada fazendo um golaço de falta, em um chute colocado e muito forte.

4) Fraco potencial ofensivo do Boavista – Embora se fechasse bem, o Boavista tinha muita dificuldade de trocar passes e encaixar contra-ataques facilitando a defesa do Flamengo que contava com a volta do ótimo Cuéllar, e a emocionante reestreia de Julio César.

5) Vizeu – O atacante oferece mais mobilidade do que Henrique Dourado que ainda está se adaptando à equipe.


Você concorda com as análises destes pontos? Deixe sua opinião!

Saudações RN.
Por: Wesley Paulo

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