Maracanã e Flamengo: o ultimato do ano de 2018

Na inconstante gangorra rubro-negra, o assunto “estádio” se encontra outra vez em stand by, enquanto ainda especulamos reforços e vivemos a expectativa pela final da Taça Guanabara e pela estreia na Libertadores. Apesar de prorrogada a opção de compra do terreno da Avenida Brasil, o que dá ao clube mais tempo para ponderar sobre os pormenores da região, sabemos que as recentes notícias de lá não são tão animadoras, principalmente em função da construção de um novo viaduto que cercaria o terreno e dificultaria o acesso da torcida.

Se, por um lado, o Flamengo precisa de um estádio para chamar de seu, por outro temos a certeza de que nunca encontraremos um local que mescle localização, estrutura e porte como o Maracanã. Sem sombra de dúvidas esta seria a nossa melhor casa, se não fosse imensa a dificuldade do governo em passar a concessão para o(s) clube(s). Mas não existe mesmo outra alternativa? Que tal o ano eleitoral?

O conturbado cenário político fluminense indica um pleito variado e disputado, com candidatos de variados espectros políticos. Qual deles, entretanto, não gostaria de se associar à retomada do Maracanã? Qual deles não gostaria de ser marcado como aquele que devolveu o Maracanã ao futebol? É papel do Flamengo buscar cada um dos pré-candidatos e levar nosso pleito e nossas demandas. Utilizemos, pois, o tamanho de nossa torcida a favor de nossos interesses. O clube é, acima de tudo, um gigante cabo eleitoral.

Esclareçamos de que lado os candidatos estão; clarifiquemos quais são a favor do atual modelo obscuro de negócio e quais se comprometem com a devolução do Maracanã à seu povo. Afinal, pra que construir um estádio se já podemos tê-lo pronto, em mãos?

Saudações rubro-negras!

Rodrigo Coli
Twitter: @_rodrigocoli
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