Obrigado, Bandeira e bluecaps!

Salve, salve, companheiros (as) da Nação mais linda desse mundo! Tudo na paz? Início de temporada “filé” essa nossa hein? Nossos meninos arrebentando na Copinha e no Euricão. Na torcida para que Carpa possa usá-los com mais sequência ao longo do ano, atendendo a um dos nossos maiores desejos.

Mas, o tema da coluna de hoje, não é sobre nossas pratas da casa. Queria falar sobre o Mais Querido e a crescente discrepância em relação aos nossos rivais.

Estamos vendo o Vasco da Gama afundar em sucessivas crises políticas. O atual presidente foi eleito através de um golpe arquitetado pelo clã Miranda; o Fluminense não consegue pagar suas próprias contas e os principais ídolos foram chutados, literalmente, pela gestão Abad; já o Botafogo, bem, o Foguinho não consegue um papel de destaque há 23 anos. Perdeu treinador, os principais jogadores e passa por grave crise financeira.

E nós? Como estamos? Muito bem, obrigado. Diminuimos, mês a mês, nosso passivo. Não atrasamos salários. Nossos atletas não entram na justiça contra o clube. Temos a maior receita do país e, a cada ano, evoluímos na estrutura.

Antes de continuar, peço para fazermos um “volta no tempo”, até 2012. Naquela época, tínhamos à frente dos quatro grandes Patrícia Amorim (Flamengo), Maurício Assumpção (Botafogo), Peter Siemsen feat Celso Barros (Fluminense) e Roberto Dinamite (Vasco). Todos prometeram ao seus torcedores que colocariam os clubes no trilho de vitórias e títulos. O tricolor conseguiu projeção por causa do grande aporte financeiro da Unimed. Mas, na época, sabíamos que quando a parceria acabasse, o clube sofreria sérios problemas financeiros.

Pois bem, seis anos depois, ao olhar para cada uma dessas administrações, vemos o quanto de mazelas causaram para as instituições. E agora, Vasco, Bota e Flu sofrem para manter as atividades básicas de um clube de futebol.

Contudo, nós não sofremos. E, por quê? Por causa de uma diretoria comandada por Eduardo Bandeira de Mello, que, num primeiro momento, deixou de lado a ânsia de montar grandes times sem ter dinheiro para pagar, em prol de equacionar dívidas, para no futuro conquistarmos os títulos que tanto almejamos. Não tenho medo de afirmar que está é uma das administrações mais progressistas da história do futebol brasileiro.

Ahh, isso não quer dizer que seja “Bandeirete” ou “Babanete”. Digo que gosto de separar o joio do trigo. A administração EBM deve e precisa ser contestada por diversos aspectos: falta de competência no futebol, erros de planejamento, aliança com organizadas, brigas políticas, e certo autoritarismo. Porém, não podemos deixar de aplaudir e reverenciar o que ele e seus diretores fizeram e fazem com o Mais Querido.

Num momento que o futebol carioca, outrora o mais charmoso e importante do país, afunda cada vez mais no limbo, precisamos refletir. Se fosse outra diretoria, estaríamos na mesma situação? Acredito que não. Por isso, precisamos repudiar conselhos e opiniões de pessoas que prejudicaram o Flamengo por tanto anos.

Deixo o espaço aberto para a reflexão e opinião se todos (as) companheiros (as) flamenguistas.

Matheus Brum
Jornalista
Twitter: @MatheusTBrum

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