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Gestão de Bandeira é marcada por trocas constantes de treinadores e Carpegiani pode ser novo exemplo

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Gilvan de Souza / Flamengo

A gestão de Eduardo Bandeira de Mello vem sendo marcada por trocas constantes nos treinadores do clube. Desde o começo, em 2013, o gerente encontrou uma grande dificuldade de manter o técnico da equipe. Foram quatro nomes apenas naquele ano e, com a saída recente de Rueda e a entrada de Carpegiani, fica evidente que pouca coisa mudou.

Essa última troca no cargo não demonstrou muita firmeza da diretoria. Paulo César Carpegiani foi anunciado logo após a renúncia de Reinaldo Rueda na segunda-feira (08), contudo a rapidez não necessariamente demonstra convicção. Na apresentação do novo comandante, ele deixou claro que estava cogitado ao cargo de coordenador. Além disso, foi dito que Carpegiani não vê problema na diretoria achar um novo nome para ser o treinador do clube para que ele assuma o posto inicialmente planejado.

Essas declarações deixaram a Nação Rubro-Negra confusa sobre o novo técnico da equipe. Alguns torcedores entenderam que ele estava ali apenas para “tampar um buraco” provisoriamente, enquanto a diretoria do Mais Querido não encontra um nome mais convincente.

Um fato é que a gestão de Bandeira apresenta uma grande rotatividade de treinadores, mas nem sempre por desejo do mesmo. Mano Menezes em 2013, Muricy Ramalho em 2016 e Reinaldo Rueda em 2018 são exemplos de treinadores que deixaram o cargo por conta própria.

Porém, a lista de técnicos nesses últimos anos é inegavelmente extensa. Agora, Carpegiani parece estar no mesmo caminho da maioria desses nomes que estiveram no comando. Uma caminhada curta, sem muita projeção e planejamento. Resta ao torcedor aguardar para saber se tudo vai continuar como o esperado ou se o novo treinador será capaz de tirar uma carta das mangas e comandar o Flamengo com êxito.

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