A base de tudo

Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e hoje eu estou cirúrgico.

O Flamengo iniciou sua temporada de 2018 e até agora vimos basicamente a molecada jogando, salvo Jonas, Renê e Rodinei, todos os atletas que atuaram no time profissional até aqui foram jogadores formados nas categorias de base rubro-negras.

Nas duas partidas disputadas até aqui, conquistamos vitórias relativamente tranquilas, sem correr grandes riscos, e o time de meninos mostrou uma desenvoltura interessante que remeteu a muitos aquela velha expressão “craque o Flamengo faz em casa!”.

Além das boas partidas dos Garotos do Ninho no time principal, também não deixamos a desejar na Copa São Paulo de futebol Jr, e conseguimos a classificação para a final, fazendo uma competição consistente e atuando de forma convincente.

Terminamos 2017 tendo Lucas Paquetá, jogador da base, como o principal jogador moral dentro de campo; e agora com um time de moleques vemos onze com o mesmo espírito dentro de campo, em duas frentes diferentes que nos faz questionar a utilização baixa da base ao longo de uma temporada, principalmente se tratando de um clube acostumado a revelar jogadores como Zico, Sávio, Adriano, Júlio César, o próprio Juan.

O propósito é enaltecer a molecada e eu não vou fugir disso. Não vou entrar em outros assuntos, eu quero ver mais de Ronaldo, Jean Lucas, Lucas Silva, Klebinho; esses meninos merecem mais chances ao longo do ano… E como não podia faltar uma pitada de polêmica, Lincoln é muito melhor que Vagner Love.

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