Visitante indigesto… Só que não

Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e eu escolho tumulto.

Estamos nos aproximando de mais dos incontáveis divisores de águas que uma péssima temporada nos proporcionou; outro jogo decisivo que nos força a verificar corretamente a precisão de nossos marca-passos.

2017 também nos proporcionou diversas outras peculiaridades que transcendem o fator decisivo que uma partida pode simbolizar; este ano, que felizmente já aproxima-se de seus finalmentes, nos reservou marcas, selos carimbados na face rubro-negra.

Uma das características mais evidentes que ficaram atreladas na imagem rubro-negra, foi a de time quase imbatível em seus domínios, mas que era facilmente dominável em territórios alheios; um grande exemplo que faz jus a este raciocínio foi a campanha na Taça Libertadores, onde o Flamengo foi perfeito em suas partidas no maracanã, vencendo todas, e patético como visitante, onde não somou um ponto sequer.

Essa característica de equipe fácil de ser derrotada longe do Rio é uma das identidades que o Flamengo precisa perder para o novo ano que se aproxima, mudança essa que necessita ocorrer ainda neste jogo de quinta-feira, não podemos entrar em campo contra o Junior Barranquilla com a mesma postura, caso contrário, sabemos como terminará, já assistimos diversas vezes esse filme em 2017.

A hora de mudar isso é agora, por que nada em 2017 conspira a favor desta classificação, nada esse ano vislumbra uma classificação nesta quinta, Muralha (caso a parte) estará no gol, e 2017 já se mostrou contrário ao goleiro; jogo como visitante; é… Flamengo, Flamengo… Chegou a hora de você calar minha boca…

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