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O sonho continua vivo!

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Foto: Reuters

O futebol é sem dúvida um esporte magnífico, tem a capacidade de nos entreter e também gerar inúmeros sentimentos. Se for perguntado a algum torcedor sobre seu time, um turbilhão de ideias e emoções será apresentado, desde a visão fraternal, até o fanatismo, do carinho a paixão.

Diante do exposto é importante que o jogador de futebol entenda esse emaranhado de sentimentos para que consiga desenvolver seu papel com maestria. Mas, “qual papel?”.

O de dar alegria à torcida, o que nos leva ao segundo questionamento “como fazer seu papel?” — O caminho para tal se dá através de vitórias, gols, títulos, cobrança, determinação e garra dentro de campo.

O jogo contra o Fluminense não foi excelente, o Flamengo mostrou inúmeras falhas, entretanto, não faltou empenho e a classificação veio. Gostaria de valorizar duas questões interessantes da partida, tendo a frieza de não deixar o sentimento rubro-negro falar mais alto que a realidade dos fatos.

O Vinicius Júnior tem muito o que provar, sua qualidade técnica é notória, habilidade e um comportamento agressivo com a bola nos pés são fatos, mas, para seu desenvolvimento é preciso ter cada vez mais oportunidades e ser incentivado a assumir o protagonismo das partidas, fez um excelente jogo espero que evolua para se tornar efetivamente um astro da bola.

Outro fato marcante, agora sobre nosso adversário foi o comportamento de Henrique Dourado após a derrota, o atleta se sentiu envergonhado pelo Fluminense não conseguir sustentar o resultado (para nossa alegria). Não foi omisso ou politicamente correto, a derrota deve ser questionada e sentida, mostrou respeito ao seu torcedor, algo que por vezes tem faltado no Flamengo.

Continuamos o sonho de ganhar um título expressivo esse ano. Espero que não falte garra nos próximos capítulos dessa historia e que a qualidade de nomes importantes como Diego, Everton Ribeiro, Vinícius Júnior, Arão dentre outros possa fazer a diferença.

Maurício Dias

Comentarios

comentário

  • Drunken Master

    Aos trancos e barrancos, tem que ir… Sem oba oba, cheirinho, deixou chegar. Trabalho sério que se não der na técnica, tática que seja no suor com sangue nos olhos pela raça. Lutando até o fim.