Desolação

Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e O FLAMENGO escolhe tumulto.

Cá estamos para mais uma semana de vida, trabalho duro, cotidiano, os dias vão passando sem parar e tudo parece igual; toda semana é sempre a mesma coisa, sempre o mesmo sentimento, estou passando uma dificuldade enorme para escrever este artigo sem dar “Ctrl+C” na coluna de semana passada.

Essa melancolia, essa insatisfação, o Flamengo consegue tumultuar a cabeça de seus torcedores mais do que eu ou meu confrade Vinny Dunga; o inalcançável, o norte para todos nós, “quando eu crescer eu quero ser igual o Flamengo” é a meta dos menores, aqueles que observam por baixo, em contra-plongée.

Agonia.

Em palavras de Marília Mendonça: Loucura, tortura… E que se dane a minha postura […] Mas você sumiu, é tipo um vício que não tem mais cura, e agora, de quem é a culpa?

Sofrência.

Flamengo – o que vêm à cabeça? – uma noite fria, o vento balançando a cortina, um homem sentado num banco, segurando um copo de vidro, com uísque pela metade; a sua frente um cinzeiro abarrotado de bitucas de cigarro já fumados; olhar perdido que vai de encontro a uma televisão com o volume baixíssimo. – esse é o 2017 rubro-negro, uma dor poética.

O Flamengo me obriga a beber. Tenham uma boa semana! (por que se depender do Flamengo…).

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