Sorrateiramente ergue-se o São Alves

Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e eu escolho tumulto.

É impressionante como o mundo do futebol dá voltas, tão irônico que beira a galhofa, há praticamente um mês disputamos uma final de campeonato, tínhamos um time que jogava relativamente bem, com um bom plano de jogo, porém havia consigo também uma enorme preocupação no gol.

Eis-me aqui, 26 dias depois, às vésperas de um confronto decisivo pela Copa Sul-Americana relatando o momento do Flamengo onde apenas o goleiro passa confiança, apenas Diego Alves tem feito jus a tudo que se espera dele (menções honrosas ao Cuéllar, para não dizer que mais ninguém tem feito por onde vestir rubro-negro).

Tínhamos um bom time que pagou caro a ausência de um goleiro, e em menos de trinta dias nos tornamos um time patético, previsível, sem gana, sem medo de perder, que só o goleiro consegue jogar aquilo se espera dele.

Para aqueles que leram o título deste artigo e se indignaram de alguma forma, é obvio que ainda não dá para intitular Diego Alves como santo igual a outros goleiros de alguns times brasileiros, evidentemente ele ainda não tem o peso do Marcos no Palmeiras ou Victor no Atlético, por exemplo.

Entretanto, sabendo que vivemos hoje um momento de instabilidade dentro de campo, tendo consciência que o time não satisfaz nenhum de nós, acredite ou não, estaríamos muito pior se não fossem as atuações consistentes de Diego Alves; para sorte nossa, diferentemente da Copa do Brasil perdida por faltar-nos um goleiro, por diversas vezes clubes não tão qualificados, que jogavam um futebol até pior que o nosso, conseguiram desfrutar de conquistas tendo apenas um grande atleta embaixo das traves.

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