2016 – parte 2: Eterno quase lá

Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e hoje eu vou tumultuar.

Gostaria hoje de escrever algo menor, estou até hoje frustrado pela derrota da Copa do Brasil, tive a ideia para construir as crônicas e o time foi lá e perdeu; estou 100% “boladão”.

Em muitas de minhas resenhas anteriores disse que esse título serviria apenas amenizar um ano patético e que deveríamos tomar cuidado, pois uma derrota não só deixaria de “apaziguar”, mas também nos faria ter de encontrar mais uma vaguinha na prateleira de vexames deste ano.

Com a derrota em mais uma competição, mais um adversário com investimento muito inferior; quando o ano começou, Libertadores era a obrigação (mesmo eu tendo discordado), após um vexame na fase de grupos, brasileiro era obrigação; 15 pontos atrás e a Copa do Brasil era a competição onde a derrota tornou-se imperdoável e você não vai acreditar no que aconteceu?! Perdeu!

Uma dúvida paira em minha mente nesse momento que digito este artigo, qual competição se tornará obrigação quando formos eliminados da Sul-Americana? Sem maldade nenhuma, realmente estou curioso, fico pensativo qual será a declaração após a próxima vergonha, terminarei minha coluna de hoje com alguma de minhas frases favoritas:

“Uma competição a menos pra disputar, podemos descansar” – Araújo, Márcio Lispector.

“A torcida está satisfeita com a campanha” – Lispector, Réver.

“Não… Eu sou seu pai!” – Vader, Darth.

“Meu coração me disse para pular pra direita, foi estratégia” – Lispector, o Muralha.

“Eu vejo gente morta!” – Menino do Sexto Sentido.

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