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Crônicas da ordem flamenguista: Triunfos nas contendas

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Saudações, galerinha do mal… Eu sou Nick Marques e eu escolho tumulto.

Os cavaleiros da ordem rubro-negra não estavam mais em território chapecoense, as terras que muito fortaleciam os adversários não mais agiam naquele combate.

Cuéllar, o ladino, iniciou o ataque hostil dos flamenguistas contra os índios que se postavam acuados – eles perceberam que os flamengos entravam para guerrear, preparados para matar e morrer.

Arão, o bardo, fundamental para a ordem defensiva e ofensivamente, inicialmente já se prontificou a aumentar a vantagem dos guerreiros.

Era um massacre, os flamenguistas trucidavam seu inimigo como poucas vezes visto antes, Juan, o bárbaro, e Paquetá, o elfo, cuidaram para que Condá e os que ainda restavam dos índios se rendessem; após tanto tempo, eles tinham uma vitória gloriosa como não sentiam há tempos, o sabor daquele triunfo os motivavam ainda mais a vencer a guerra que os aguardava.

A ordem prosseguiu em direção a seu destino, as terras celestes estavam cada vez mais próximas; faltando alguns dias para chegarem às grandes Minas Gerais, alguns deles ainda se recuperavam do grande triunfo – nem todos estavam fisicamente disponíveis para uma nova peleja.

Rapidamente, um grupo de viajantes, oriundos de terras próximas à Chapecó, cercaram os cavaleiros rubro-negros, que acuados se deparavam com um dilema fatal: Se poupar para o grande combate que os aguardava ou se expor fisicamente contra uma ameaça eminente e possivelmente prejudicar a decisiva contenda?

Todos já sentiam que mais uma derrota viria, derrota essa que poderia abalar a confiança de todos às vésperas da mais decisiva guerra de suas vidas; um daqueles que enxergou a real ameaça que aquilo pudera causar foi Rodinei, o anão, que tomado pela sede de se provar e defender seus amigos, instantaneamente lança seu machado em direção ao líder dos forasteiros.

O machado viajou pelo ar, ele rodava em torno de um eixo próprio e todos puderam o ver cravar no peito do inimigo, que caíra ao chão instantaneamente com o impacto do golpe.

O homem cuspia sangue em suas falhas tentativas de respirar enquanto se debatia de dor, com o machado fincado em seu torço; seus companheiros fugiram, deixando seu líder para trás.

Ainda perplexo com a cena protagonizada por seu companheiro, o paladino Diego se pronuncia aos demais – não podemos abrir brechas a outros como esses. Vamos partir!

Eles peregrinaram por alguns dias mais, até que ao longe no horizonte, embaçado pelas fumaças que subiam do solo quente, a ordem já podia vislumbrar a forma das entradas das terras inimigas.

Os celestes já aguardavam os rubro-negros, 60.000 pessoas se preparavam para combater a ordem flamenguista, que por sua vez já não temia nada. A guerra final estava prestes a começar!

Sigam-me os bons: @TheNickMarques@FlamengoCast e também acompanhe os podcasts do FlamengoCast no site

Comentarios

comentário

  • Marty Mcfly

    Ótimo texto.

    • Nick Marques

      obrigado

  • Vinícius Quintanilha

    Que São Judas Tadeu abençoe Alex Muralha, o arqueiro cotoco.

    • Nick Marques

      hahahahahaha

  • Jonedson Da Silva

    Belo texto.

    #Muralha

    • Nick Marques

      valeu hahahahaha

  • Carlos Renato Miranda

    THE SUMMER IS COMING……….

    • Nick Marques

      HEHEHEHEHEHEHE