O sonho ainda é possível?

Gostaria muito de escrever sobre Diego Alves, goleiro que há tempos sou fã, que defendia na seleção faz tempo, mas a atual circunstância do campeonato brasileiro não me da outra opção, tenho que falar das reais possibilidades de nosso clube no Brasileirão.

São 12 pontos que nos separam do primeiro colocado, não apenas uma distância considerável, mas com uma severa discussão sobre o futebol apresentado, regularidade; ambos os times em campo fazem jus aos pontos conquistados, 12 pontos se tornam esmagadores quando olhados por tal perspectiva.

A verdade é que hoje fica complicado afirmar que seremos campeões, soa como uma “forçada de barra”, não que seja errado torcer e acreditar, como torcedor eu acredito que ainda é possível e que ainda temos um campeonato, mas como analisador de desempenho, fica totalmente utópico afirmar que o Flamengo vai conseguir resultados com o futebol coletivo apresentado até agora.

Hoje somos uma equipe que decide grande parte de seus jogos com a qualidade individual de seus atletas, uma equipe que deixa muito a desejar na questão coletiva, percebe-se uma deficiência em grande parte das jogadas “ensaiadas”, um time que fraqueja nas jogadas que mais necessitam um treinamento básico, somos um time mal treinado!

Se de fato será possível acreditar no sonho do título, tornar acessível conquistar o título que se tornou “obrigação” ao longo da temporada, só uma melhoria considerável no coletivo tornará viável, porque hoje a distância existe, e claramente não é por acaso que há essa discrepância de aproveitamento.

Se quisermos igualar, precisamos melhorar, precisamos corrigir, temos que ser minimamente coletivo, que sejamos tão “amedrontadores” coletivamente como na parte individual, que olhem pra gente e que não vejam só o Diego, o Everton Ribeiro, Guerrero ou até Diego Alves… É necessário sim que enxerguem o Flamengo, o atual líder da competição é uma equipe que não tem nomes de peso como esses citados, mas que coletivamente se apresenta muito competitivo, e mais do que buscar essa distância, temos que buscar essa “jogabilidade”!

Nick Marques

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