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Colunistas divergem sobre volta por cima de Marcelo Cirino no Flamengo

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O tema do Resenha deste sábado foi Marcelo Cirino, uma das contratações mais caras do Flamengo nos últimos anos, mas que ainda não vingou.

Mesmo sendo contestado pela torcida, Cirino entrou no jogo contra o Atlético Paranaense sendo muito aplaudido e tendo seu nome gritado. O incentivo funcionou e o atacante foi muito bem.

A boa partida criou o questionamento entre torcedores se o jogador pode retomar seu futebol e ir bem no clube da Gávea. Os nossos colunistas analisaram a situação:

“Enquanto o jogador estiver vestindo a camisa do Flamengo eu tenho esperança. Vou continuar torcendo por ele. Eu quero que ele vá bem e torço para que ele vá bem.” – disse Marcão Beton, que completou: “Eu acho que ainda dá pro Cirino ser útil. Ele não vai chegar ao nível do Zico, como falou na apresentação. Só que ele também não é um ‘perabaço’.”.

Pedro Caruso, que estava presente no Maracanã na partida contra o Atlético, falou sobre a reação da torcida com a entrada de Cirino em campo:

“Poucas vezes eu fiquei tão surpreso no Maracanã. Quando o Cirino se apresentou para entrar em campo […]. Quando apareceu o nome do Cirino no telão, as pessoas se entre-olharam e começaram a aplaudir. Mas não foi um aplauso comum, foi o estádio inteiro aplaudindo. Aquilo foi emocionante. Eu cheguei a ficar arrepiado porque foi muito emocionante.” – comenta Pedro.

Já Rodrigo Ferreira não acredita na volta por cima do atacante:

“Eu desisti do Cirino. Não acho ele péssimo jogador, acho ele péssimo no Flamengo. Ele não vai vingar no Flamengo é definitivo isso. […] ele tem futebol, mas no Flamengo já deu. Ele não vai vingar.” – analisa Rodrigo.

E você? Confia na volta por cima do jogador? Assista ao Resenha completo e deixe sua opinião abaixo!

Comentarios

comentário

  • Rodrigo Andrade

    O Cirino não tá mal só esses dois anos no Flamengo, ele foi mal também em 2014 jogando pelo CAP, só jogou bem em 2013 mesmo, inclusive era reserva do CAP durante a Série B em 2012, ou seja, ele é só um jogador ruim que viveu uma boa fase em 2013.

  • Rodrigo Fonseca

    Também acho que o Cirino não vingou no Flamengo. Porém não entendo a diferença de tratamento em relação a outros jogadores que para mim se mostraram muito piores que ele ao longo dos anos, o maior exemplo disso é o Gabriel, que está há muito mais tempo no clube e em momento​ algum mostrou alguma margem de evolução.
    No jogo de quarta era nítida sua falta de técnica, característico de jogador revelado tardiamente sem passagem por divisões de base.

    • Ltom Macêdo

      Gabriel foi melhor q o Cirino, mesmo não tendo feito grande coisa.

  • Helton

    Na minha opinião, o Cirino sempre foi prejudicado em suas principais características após o ZR assumir o comando técnico da equipe.
    O esquema tático imutável do Zé – que, diga-se de passagem, foi um verdadeiro fracasso em sua tentativa de ser jogador profissional de futebol – exige que os atacantes de lado, ou pontas, quando perdida a posse de bola, recuem para um posicionamento à retaguarda da linha que divide o campo, acompanhando e dificultando o apoio dos laterais adversários. Isto implica uma excepcional condição física dos jogadores encarregados da tarefa, aos quais ainda cabe a missão de dar velocidade aos eventuais contra-ataques realizados por sua equipe.
    Ora, é evidente que o único jogador do plantel rubro-negro capaz de cumprir, a contento, a ingrata missão, é o Éverton. Ainda assim, o preço pago pelo jogador é o do excessivo desgaste físico, que constantemente o coloca aos cuidados do DM e o afasta de vários e importantes jogos.
    Acredito que se o Cirino pudesse atuar mais focado nas ações ofensivas e menos compromissado com a função de recomposição defensiva, ou seja, como, em tese, deveria atuar um segundo atacante, seu rendimento seria muito melhor.
    SRN!

    • Diego Santinoni Zagalia

      Excelente análise. Eu realmente acredito que o Zé Ricardo ferra com alguns jogadores,como o Mancuello, Cirino, o Everton…

      • Rodrigo Fonseca

        É humanamente impossível executar as duas funções na plenitude da forma. E o que acaba acontecendo invariavelmente é o ponta chegar no ataque e simplesmente tocar a bola para trás, raramente eles partem para dentro da marcação mesmo no 1 contra 1.