Página inicial Colunas Anderson Alves Parafraseando o coluna

Parafraseando o coluna

400
0
COMPARTILHAR

Entre tantas especulações e notícias é muito difícil escrever. Fiquei muito tempo pensando se escreveria sobre Márcio Araújo, doravante denominado inominável,  agora que oficializaram a renovação de contrato, mas descartarei. Seria triste demais encerrar o ano falando sobre um pequeno, e desconfortável, assunto. Aqui encerro o assunto constatando apenas o óbvio. A diretoria não quis se queimar não renovando com jogador que foi considerado pelo departamento de futebol e o Vinny Dunga como fundamental. Seria incoerente da parte dela, visto que endossa o discurso empedernido de que o jogador de 32 anos é imprescindível. Este é o tema do Resenha de hoje, então podemos ver a boa análise de nossos comentaristas.

Aí passei a pensar no desejo de contar com um jogador extra classe no lado de campo e ver como a mídia se diverte com a torcida do Flamengo. Alguém viu uma confirmação oficial do Flamengo de que estava negociando com o Marinho? Então é outro assunto complicado de falar. Marinho, Vitinho, Willian, Alario, Mayada, Tardelli… Os nomes não param de surgir e a única certeza é que o Flamengo conversou com o pai do Vitinho.

Em coluna publicada aqui, defendi diversos nomes que viriam para suprir esta carência, mas parece que as coisas estão difíceis. Marinho, o menino loquaz, está sendo leiloado. Seria até bom, mas não por este valor. Sempre avalio os valores. 17 milhões de direitos, mais salário de 300 mil (sendo otimista) por um período de três anos, num total de 29 milhões. Esse valor dividido pelos mesmos três anos de contrato e sem gastar com multa, pagaria um salário de 725mil, em dois anos, 1,1 milhão. Podia pensar um pouco e contratar alguém que viesse contribuir substancialmente. Mas não me detive sobre esse assunto. Imagino como seria chato escrever sobre alguém que não vai chegar.

Depois me lembrei da base e como pode ser usada, mas falei sobre isso na semana passada. Se não usar no carioca, nunca usará. O calor chegou e escrever sobre a base do clube que mais rende assunto no mundo, com os jovens ígneos do meu amigo Monken, me parece interessante. Mas vou seguir adiante.

Chegou o sorteio da libertadores. San Lorenzo, Universidad Católita, outro que pode ser o CAP. Wesley sintetizou o máximo em sua coluna e não me deu chance de acrescentar muito. O grupo é forte sim, vai dar trabalho sim e isso vai ajudar o Flamengo a ser forte desde o início. Afinal, eles também nos respeitam bastante.

O que me levou ao assunto da semana. A incrível cruzada da imprensa contra o Flamengo. É novidade para alguém? Nem é. O Flamengo vende mais mídia. Falar sobre o clube dá visibilidade. Todo mundo sabe que um jogador, quando quer se colocar na mídia, pronuncia o santo nome vermelho e preto e pronto. Vários canais lhe dão atenção.

Não é só os jogadores e empresários que se utilizam desse ardil. Há muitos jornalistas que se utilizam e pautam sua carreira nisso. Pior existe uma tese de que falar mal do Flamengo seja o melhor caminho para se promover. Há uma enorme quantidade de “profissionais” com este perfil, inclusive que se dizem rubro-negros. Não vou citá-los aqui para dar ainda mais visibilidade a este tipo de costume.

Como disseram também outros colunistas: – A nossa firma é milionária, de Thigu Soares, e – O Flamengo arrumado causa medo! De Matheus Gonzaga. Vamos encerrar o ano com superávit, elenco entrosado, jogadores de alto patamar, CT, vaga na libertadores, estádio para pequenos jogos, possibilidade de administrar o Maracanã… Esse é o caminho. O Silêncio que precede o esporro! Esse é o início da supremacia Rubro-negra.

Feliz Natal e um 2017 cheio de conquistas.

Link para o Resenha do inominável:

Anderson Alves, O otimista.

Comente pelo Facebook